QUAL É O TIPO DE SOCIEDADE MAIS INDICADO PARA O VOSSO NEGÓCIO?


Somente um empresário

Empresário em Nome Individual: usa-se para empresas formadas por apenas uma pessoa, que por norma afeta os bens pessoais à sua atividade económica e empresarial. A responsabilidade deste sócio é ilimitada.

Entre as vantagens deste tipo de sociedade, contam-se o controlo total do proprietário, a redução de custos fiscais, a facilidade em implementar ou dissolver o negócio e a dispensa de capital social mínimo. Do lado menos positivo, devem ter em mente o risco associado à fusão de patrimónios (pessoal e empresarial) e a maior dificuldade na obtenção de crédito.

Sociedade Unipessoal por Quotas: caracterizam-se por ter um único sócio com responsabilidade limitada ao valor da quota subscrita. É também obrigatório que a vossa empresa tenha no nome a expressão “Sociedade Unipessoal”, ou apenas Unipessoal antes da palavra limitada (ou a sua abreviação Lda.).

Embora só possam ser estabelecidas com capital social mínimo e as vantagens fiscais sejam inexistentes, as sociedades unipessoais por quotas permitem ao proprietário manter total controlo sobre o negócio.

Neste tipo de sociedades, o património pessoal permanece separado da empresa, pelo que não responderá pelas dívidas contraídas pela empresa.

Mais do que um empresário

Sociedades em nome coletivo: são sociedades constituídas por mais do que um sócio. Estes partilham de uma responsabilidade ilimitada, mas também subsidiária e solidária. Ou seja, cada sócio responde não só pelas suas dívidas, mas também pelas dívidas de todos os outros sócios.

Sociedades por quotas: as sociedades por quotas necessitam no mínimo de dois sócios para serem constituídas e o nome da empresa deverá terminar com a palavra “Limitada”. Estas sociedades obrigam ainda a um capital mínimo de 5 000€, divididos por quotas mínimas de 100 €. A responsabilidade dos sócios é limitada ao capital social, já que é este que responde perante as dívidas da sociedade.

As sociedades por quotas são particularmente vantajosas do ponto de vista da separação do património pessoal e da empresa. E, ao implicar um número maior de sócios, é mais fácil também a captação de fundos e investimentos.

Do outro lado da balança, pesam argumentos como a ausência de controlo totalitário por apenas um empresário, a possibilidade de um sócio ser chamado a responder pela totalidade do capital e uma maior complexidade na constituição e dissolução da empresa.

Para saber mais não hesite em contactar-nos.

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